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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A arte sustentável de reciclar - Feiras

A primeira impressão que se tem quando se fala em arte reciclável é que em tudo se usa garrafas PET e Pallet de Madeira. Sim e não, eu diria.
É comum vários sites postarem milhares de coisas feitas com esse plástico e as respectivas garrafas, no entanto, cabe o estilo de quem faz uso do artefato feito com esse material e sempre é bom saber se cabe no contexto do que você planeja para a sua casa.
Não só os plásticos e madeiras são reutilizados como forma de arte, pois a partir do momento que você se dispõe a usar algo que em tese foi ou está no lixo, isso já é reciclar.
Particularmente tenho o hábito de frequentar feiras que em muitos lugares conhecemos como Feira da Barganha, Feira do Rolo, Feirinha de Trecos, enfim, em todo o mundo são conhecidas como Mercado de Pulgas. Ali se acha de tudo: de roupas a móveis velhos. Itens e acessórios de todos os tipos além de, num bom garimpo, antiguidades e coisas vintage e retrô. Aqui na região do Vale do Parahiba eu indico as feiras de São José dos Campos, que são 2 e geralmente ocorrem aos domingos entre 9 e 13 horas, e em Taubaté também.
Pra todos os gostos e cabendo dentro do bolso de muitos, é uma verdadeira aventura procurar aquela peça ou suporte que quebrou e você precisa de uma só, e lá tem. Parafusos, ferramentas, vidros, plásticos, pneus e tudo mais que você possa imaginar que estaria num lixo, porém ainda em condições de uso.
Entendo que os puritanos que gostam de comprar tudo novinho e limpinho, para jogar fora o que está velho e sem uso. E estas peças sem uso vão parar exatamente aonde? Isso mesmo, nestas feiras.
Reformar coisas usadas ou velhas não é uma tarefa fácil. Depende de tempo e habilidade, as quais mesmo quem não souber colocar um prego na parede, no YouTube aprende.
As coisas antigas, por si só, tem algo além da beleza oculta embaixo da poeira e sujeira. Elas tem resistência e história.
Muitas vezes em sua casa ou escritório tem um canto vazio e sem vida que pode ser preenchido por uma mesinha, um espelho, uma peça ou equipamento antigo, um vaso retrô e assim vai a imaginação de quem precisar ter.
Com tal hábito, entramos pela porta da frente da sustentabilidade, ecologia e reciclagem. Usando produtos que já foram fabricados, diminuímos os lixos no planeta e evitamos que sejam usados materiais e processos industriais para a fabricação de outros novos.

Ítens encontrados na Feirinha do Colonial em São José dos Campos:












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